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sábado, 24 de setembro de 2016

A leitura após o pequeno príncipe

Por: Júlia Moita Gaubert
Curso: Educação Física

A leitura vem conquistando um espaço na minha vida com o passar dos anos. Sempre gostei de ler revistas esportivas e sobre os demais assuntos que me chamam atenção, mas nunca gostei dos ditos "clássicos da literatura".
Durante minha trajetória escolar, fui descobrindo o quanto a leitura me fazia falta e o quanto ela se faz necessária. Nunca deixei de estudar ou de adquirir novos conhecimentos pela falta de prestígio à leitura, porém sempre estudava contrariada. Ao ingressar no Ensino Médio e realizar pela primeira vez o Enem, percebi o quanto a falta de leitura e de conhecimento de mundo estava me prejudicando. Foi aí que decidi mudar e trazer um pouco mais desse conhecimento para a minha vida. Desde então, possuo o hábito de ler jornais e revistas para me manter atualizada.
Além disso, no terceiro ano do Ensino Médio, minha professora lançou um projeto em que deveríamos ler "o pequeno príncipe" e posteriormente "o pequeno príncipe em nós". Durante o projeto, peguei gosto pelos livros devido a tudo que eles acrescentaram na minha vida. Já tinha lido o livro enquanto criança, mas a compreensão não tinha sido a mesma. Após a releitura, percebi que a interpretação que temos de determinado texto/livro, depende da maturidade e do momento em que estamos vivendo. Durante a primeira leitura, via os defeitos que eram apresentados através dos personagens somente nos outros. Já na segunda leitura, consegui perceber que aquilo também estava dentro de mim. Hoje, já adoro ler livros e percebo o quanto eles acrescentam no meu vocabulário.
Portanto, após desenvolver o gosto e o hábito da leitura, percebi o quanto ela é importante e necessária para que possamos fazer a diferença no mundo e não sejamos apenas mais um. Além disso, aprendi o quanto a leitura faz bem para a nossa alma. então, encerro o texto com a frase do escritor e filósofo Voltaire: " A leitura engrandece a alma".

Um comentário:

  1. Quanto orgulho eu sinto! A Júlia foi minha aluna por três anos consecutivos. Chegou tímida, imatura e saiu forte, decidida e começando a ser mulher. Tratávamos-nos como mãe e filha. Uma intimidade e cumplicidade raras nos dias de hoje. Fico extremamente gratificada ao ver/ler o seu amadurecimento... Parabéns, professora! Teus olhos são sensíveis o suficiente para também enxergar nessa menina uma grande mulher.

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