O blog Texto Alheio, para
ampliar alguns conhecimentos sobre a educação e a literatura, estará disponibilizado a trazer algumas sugestões de filmes e livros que podem servir
aos estudantes para ampliar seus conhecimentos na jornada acadêmica:
Filmes:
1) Escritores da Liberdade:
É um filme de drama norte-americano lançado em 2007. Dirigido por Richard LaGravenese e produzido por Danny DeVito, Michael Shamberg e Stacey Sher, o filme é estrelado por Hilary Swank, Scott Glenn, Imelda Staunton e Patrick Dempsey e é inspirados nos eventos reais relatados pelo livro The Freedom Writers Diaries, baseado nos relatos da professora Erin Gruwell e seus diversos alunos. O filme Escritores da Liberdade" (Freedom Writers, EUA, 2007), baseado em uma história real, aborda de maneira comovente os desafios da educação, em especial num contexto socioeconômico problemático.
2) A Onda:
A Onda (título original: Die Welle) é um filme alemão de 2008 dirigido por Dennis Gansel e estrelado por Jürgen Vogel,Frederick
Lau, Jennifer Ulrich e Max
Riemelt. É inspirado no livro homônimo de 1981 do autor americano Todd Strassere no experimento social da Terceira Onda. O filme foi
produzido por Christian Becker para a Rat Pack Filmproduktion. Obteve sucesso nas bilheterias alemãs e depois
de dez semanas, 2,5 milhões de pessoas haviam assistido ao filme. 3) O Aluno:
Este filme é baseado na história real de Kimani Maruge Ng’ang’a, que, com o sonho de aprender a ler e escrever, lutou para entrar e permanecer na escola acostumada a receber crianças de aproximadamente 6 anos. A história do idoso sendo alfabetizado ao lado de crianças ganhou repercussão nacional e provocou a revolta de moradores da região.
4) Além da Sala de Aula:
A história se passa em
1987 e segue uma jovem professora e mãe de dois filhos que acabou de se formar
na faculdade e acaba ensinando crianças de rua em uma escola sem um nome. Com o
apoio de seu marido, ela vence os medos e os preconceitos para dar a estas
crianças a educação que merecem. Baseado em uma história real, "Além da
Sala de Aula" (ou "Além do Quadro Negro") conta a história do
primeiro emprego da jovem professora Stacey Bess (a atriz canadense Emily
VanCampque) que aceita a vaga de professora temporária de uma escola de abrigo,
uma sala de aula improvisada para crianças de famílias sem teto nos Estados
Unidos, impedidas de se matricularem na escola regular.
5) Meu nome é Rádio
5) Meu nome é Rádio
Meu nome é Rádio é um Filme de Drama norte-americano lançado
em 2003, dirigido por Michael Tollin, baseado em uma história
verídica. Filme inspirado em fatos reais ocorrido em 1976 na cidade
de Anderson, Carolina do Sul, sobre o treinador de futebol americano
do Instituto T.L. Hanna, Harold Jones (Ed Harris), e um jovem com deficiência
mental, James Robert Kennedy, conhecido pelo nome Radio, interpretado por Cuba
Gooding Jr. Também protagoniza o filme Debra Winger e Alfre
Woodard, que foi inspirado no artigo "Someone to Lean On", de Gary
Smith, publicado em 16 de dezembro de 1996 na revista Sports
Illustrated, sobre James R. Kennedy e Harold Jones.
Obras Literárias:
1) A Revolução dos Bichos:
Animal Farm (A Revolução dos Bichos ou O Porco Triunfante/O Triunfo dos Porcos/A Quinta dos Animais é um romance satírico do
escritor inglês George
Orwell, publicado no Reino Unido em 17 de agosto de
1945 e apontado pela revista americana Time entre os cem melhores da língua inglesa. A sátira feita pelo livro à União Soviética comunista obteve o 31º lugar na lista dos melhores romances do
século XX organizada pela Modern Library List.
2) Memórias Póstumas de Brás Cubas:
3) Quincas Borba:
Quincas Borba é um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em
princípio como folhetim na revista A
Estação, entre os anos de 1886 e 1891 para, em 1892, ser publicado
definitivamente pela Livraria
Garnier. No processo de adaptação de folhetim para livro o autor realizou
algumas mudanças mínimas, mas significativas. Seguindo Memórias
Póstumas de Brás Cubas (1881),
este livro é considerado pela crítica moderna o segundo da trilogia realista de Machado de Assis,
em que o autor esteve preocupado em utilizar o pessimismo e a ironia para criticar os costumes e a
filosofia de seu tempo, embora não subtraia resíduos românticos da trama. Ao contrário do romance
anterior, no entanto, Quincas Borba foi escrito em terceira pessoa, a fim
de contar a história de Rubião, ingênuo rapaz que se torna discípulo e herdeiro
do filósofo Quincas Borba, personagem do romance anterior, e que, sendo
enganado por seu amigo capitalista Cristiano e sua esposa Sofia, paixão de
Rubião, vive na pele todo o fundamento teórico do Humanitismo, filosofia fictícia
daquele filósofo.
4) Senhora:
Senhora é um romance urbano do escritor brasileiro José de Alencar, publicado em 1874, na
forma de folhetim. É um dos últimos romances de Alencar, publicado dois anos
antes da morte do escritor. Romance de final feliz é o último desenvolvimento –
agora em clave de maior densidade psicológica – do motivo do conflito entre o
amor e o interesse, presente desde os primeiros livros, notadamente A
viuvinha.
5) O Ateneu:
O Ateneu é um romance do escritor brasileiro Raul
Pompeia, considerado
como o único exemplar de romance impressionista na literatura brasileira. Publicado pela primeira vez em 1888, o livro conta a história de Sérgio, um menino que é enviado para um colégio
interno renomado na cidade do Rio
de Janeiro, denominado Ateneu. Comandado pelo
diretor Aristarco, o colégio mantém regras rígidas e princípios da
aristocracia da época. A obra critica a sociedade brasileira do final do século
XIX, tomando como metáfora o Ateneu, seu reflexo, um lugar onde vence sempre o mais
forte.6) Mitologia Grega: Histórias Terríveis:
Este livro reúne alguns mitos da Hélade, a Grécia
Clássica, que foram selecionados e escritos pela autora após sua pesquisa e
estão organizados por temas - Origens; Família, Cidades e Povos; Metamorfoses;
Heróis e Monstros; Guerras e Combates; Finais; Morte, Destruição e Sofrimento.
É um livro que reúne as maiores histórias da mitologia grega, com alguns
elementos trágicos, uma obra com grande teor pedagógico e que pode ser
contextualizada com os dias de hoje.7) Madame Bovary:
É um romance que foi escrito por Gustave
Flaubert e que resultou num escândalo ao ser
publicado em 1857. O livro
"Romance Dos Romances”, Madame Bovary é considerado pioneiro dentre os
romances realistas; não somente,
o livro tornou-se famoso por sua originalidade, o qual posteriormente levou a
cunhagem do termo de psicologia bovarismo,
em referência às características psicológicas da protagonista da obra. Quando o
livro foi lançado, houve na França um grande interesse pelo romance, pois levou
seu autor a julgamento.
O romance conta a história de Emma, uma mulher sonhadora
pequena-burguesa, criada no campo, que aprendeu a ver a vida através da
literatura sentimental. Bonita e requintada para os padrões provincianos,
casa-se com Charles, um médico interiorano
tão apaixonado pela esposa quanto entediante. Nem mesmo o nascimento da filha
dá alegria ao indissolúvel casamento ao qual a protagonista se sente presa. Emma, cada vez
mais angustiada e frustrada, busca no adultério uma forma de encontrar a liberdade e a felicidade. Apesar
da intensa procura de uma vida digna, dificilmente consegue sentir-se
satisfeita com o que é e o que tem.

8) Triste Fim de Policarpo Quaresma:

8) Triste Fim de Policarpo Quaresma:
Triste Fim de Policarpo Quaresma é um romance do pré-modernismo brasileiro e considerado por alguns o
principal representante desse movimento. Escrito por Lima Barreto, foi levado a público
pela primeira vez em folhetins, publicados, entre Agosto e Outubro de 1911, na edição da tarde do Jornal do Commercio do Rio de Janeiro. Em 1915, também no Rio de Janeiro, a obra
foi pela primeira vez impressa em livro, em edição do autor. A ironia do livro concentra-se, sobretudo, no modo
como o narrador se posiciona diante dos desatinos da personagem, a narração em
terceira pessoa não comenta ou avalia o comportamento da personagem: os fatos e
consequência são narrados de modo a deixar o leitor livre para julgar os
conflitos.
9) Iracema:
9) Iracema:
Iracema (originalmente: Iracema - Lenda do Ceará) é um romance da literatura romântica brasileira que foi publicado em 1865 e escrito por José de Alencar, fazendo parte da trilogia
indianista do autor. Os outros dois romances
pertencentes à trilogia são O Guarani e Ubirajara. Em Iracema, Alencar criou uma explicação
poética para as origens de sua terra natal, daí o subtítulo da obra -
"Lenda do Ceará". A "virgem dos lábios de mel" tornou-se
símbolo do Ceará, e seu filho, Moacir, nascido de seus amores com o
colonizador português Martim, representa o primeiro cearense, fruto da união
das duas raças. A história
é uma representação do que aconteceu com a América na época de colonização europeia.
10) O Médico e o Monstro:
10) O Médico e o Monstro:
O
médico e o monstro narra a história de um homem respeitado, cujas relações com
um personagem sórdido, de aparência grotesca, faz com que seus amigos
desconfiem de que ele está sendo vítima de chantagem. Empenhados em ajudá-lo a
libertar-se desse suposto explorador, começam a investigar os vínculos entre os
dois homens. A psicanálise reafirmaria as ideias propostas no livro, mostrando
a presença irrefutável, em cada um de nós, de um Mr. Hyde mau, deformado, inescrupuloso
e vingativo, e de um Dr. Jekyll bom, agradável, virtuoso e humano.
11) O Primo Basilio
11) O Primo Basilio
O Primo Basílio é
um romance de Eça de Queirós. Publicado em 1878, constitui
uma análise da família burguesa urbana no século XIX. A criação dessas
personagens denuncia e acentua o compromisso de O Primo Basílio com o
seu tempo: a obra deve funcionar como arma de combate social. A burguesia —
principal consumidora dos romances nessa época — deveria ver-se no romance e
nele encontrar seus defeitos analisados objetivamente, para, assim, poder
alterar seu comportamento. As personagens de O Primo Basílio podem
ser consideradas o protótipo da futilidade, da ociosidade daquela
sociedade.
Linguagens:
1) Curso de Linguística Geral:
Curso
de linguística Geral (em francês: Cours de linguistique générale)
é uma obra póstuma de Ferdinand
de Saussure publicada em 1916. Nele,
Saussure traz as famosas dicotomias (vide na sequência) e elege a língua, em
oposição à linguagem, como objeto central da Linguística. Introduz os termos
diacronia – estudo da história da língua – e sincronia – estado da língua. Além
disso, Saussure caracterizou a linguagem como um sistema de signos. O Curso de
linguística Geral não foi um livro escrito por Ferdinand de Saussure,
mas, na verdade, uma obra editada após sua morte por Charles Bally e Albert Sechehaye,
com base em anotações feitas ao longo de cursos oferecidos pelo linguísta na Universidade de Genebra (1906-1911). Bally e Sechehaye
contaram com as anotações de mais um dos alunos de Saussure, que colaborou na
edição do texto, Albert
Riedlinger. O Curso foi
inicialmente publicado pela editora Payot de Paris e
trata-se de um marco inaugural da fase estruturalista dos estudos da linguagem.2) Lutar com Palavras: Coesão e Coerência:
A intenção deste livro é fixar algumas noções básicas
acerca da propriedade textual da coesão e de sua relação com a coerência, com o
objetivo de desenvolver nossa competência para falar, ouvir, ler e escrever
textos, com mais relevância, consistência e adequação. Isso contribuirá para
que todo leitor compreenda o que fazer para deixar o seu texto articulado,
encadeado, coeso e coerente. Este livro trabalha com alguns preceitos de paralelismo e a coesão e coerência encontrada nos encadeamentos textuais.
3) Curso de Linguística Gerativa:
Este livro tem como objetivo principal descrever o pensamento da linguística que faz uso do
conceito de gramática gerativa.
O termo "gramática gerativa" é usado de diferentes formas por
diferentes pessoas, e consequentemente o termo "linguística gerativa"
pode ter uma variedade de significados diferentes que frequentemente se
superpõem. Escrito por Eduardo Kennedy, o livro traz abordagens da
linguística gerativa, idealizadas por Noam Chomsky, linguista e um forte
ativista político dos Estados Unidos, lugar onde sua teoria prevaleceu nos anos
70.
4) Bakhtin e o Círculo:
4) Bakhtin e o Círculo:
O pensamento
bakhtiniano não é constituído apenas pelos escritos do filósofo da linguagem
Mikhail Mikhalovich Bakhtin (1895-1975), mas também pela produção de
intelectuais de diferentes áreas que com ele participaram, nas Rússias
compreendidas entre os anos 1920 e 1970, de vários e produtivos Círculos de
discussão e construção de uma postura singular em relação à linguagem e seus
estudos. Dessa forma, "Bakhtin e o Círculo" apresentam as
especificidades pelo ângulo da rede de textos com dupla assinatura, que,
dependendo da época e/ou da tradução, privilegiam uma delas ou ambas. O livro fornece, junto
com "Bakhtin, dialogismo e polifonia", análises essenciais para se
compreender o pensamento bakhtiniano. Além dos ensaios escritos por
pesquisadores renomados, o fechamento da obra é um presente inédito ao leitor:
"O vitalismo contemporâneo", de I. Kanaev (M. Bakhtin). Esse é mais
um dos textos em que a autoria é discutida e que não tinha, até o momento,
tradução para o Ocidente. Livro imperdível para pesquisadores, professores e
estudantes de Letras e Linguística.
5) Gramática Comparativa Houaiss: as quatro línguas românicas:
Nesta gramática, destacam-se semelhanças entre quatro idiomas que têm o latim como origem comum: o português, o espanhol, o francês e o italiano. Com diversos quadros comparativos de vocabulário e normas dessas línguas românicas, é essencial para leitores que pretendem ler textos simples ou aventurar-se na comunicação oral. O objetivo da "Gramática Comparativa Houaiss" é permitir que falantes de português, espanhol, italiano e francês se entendam ou conversem entre si sem precisar recorrer a um terceiro idioma.
6) Marxismo e Filosofia da Linguagem:
Publicado
na Rússia em 1929, Bakhtin procurou desenvolver, nesta obra, uma filosofia da
linguagem de fundamento marxista, mas sem as limitações das ortodoxias oficiais
da época. A natureza ideológica do signo linguístico, o dinamismo próprio de suas
significações, a alteridade que lhe é constitutiva, o signo como arena da luta
de classes, as críticas a Saussure são alguns de seus temas. Não são
claras as razões efetivas que teriam levado Bakhtin a escolher o nome de um de
seus amigos e discípulos para subscrever a autoria do livro. O fato é que o
leitor encontrará aqui vários pontos comuns com a poética de Dostoievski e
mesmo com sua obra sobre Rabelais e a cultura popular.
7) Estética da Criação Verbal:
5) Gramática Comparativa Houaiss: as quatro línguas românicas:
Nesta gramática, destacam-se semelhanças entre quatro idiomas que têm o latim como origem comum: o português, o espanhol, o francês e o italiano. Com diversos quadros comparativos de vocabulário e normas dessas línguas românicas, é essencial para leitores que pretendem ler textos simples ou aventurar-se na comunicação oral. O objetivo da "Gramática Comparativa Houaiss" é permitir que falantes de português, espanhol, italiano e francês se entendam ou conversem entre si sem precisar recorrer a um terceiro idioma.
6) Marxismo e Filosofia da Linguagem:
Publicado
na Rússia em 1929, Bakhtin procurou desenvolver, nesta obra, uma filosofia da
linguagem de fundamento marxista, mas sem as limitações das ortodoxias oficiais
da época. A natureza ideológica do signo linguístico, o dinamismo próprio de suas
significações, a alteridade que lhe é constitutiva, o signo como arena da luta
de classes, as críticas a Saussure são alguns de seus temas. Não são
claras as razões efetivas que teriam levado Bakhtin a escolher o nome de um de
seus amigos e discípulos para subscrever a autoria do livro. O fato é que o
leitor encontrará aqui vários pontos comuns com a poética de Dostoievski e
mesmo com sua obra sobre Rabelais e a cultura popular.7) Estética da Criação Verbal:
A
figura de Mikhail Bakhtin aparece hoje como uma das mais fascinantes e
enigmáticas da cultura europeia de meados do século XX. De fato, é possível
distinguir, como o faz Todorov na introdução, vários Bakhtin: depois da crítica
do formalismo vignte, o Bakhtin fenomenólogo, autor de um primeiro livro sobre
a relação entre o autor e seu herói; o Bakhtin sociólogo e marxista do final
dos anos vinte que aparece nos complexos 'Problemas da Poética de Dostoievski';
o Bakhtin dos anos trinta, marcados pelo Rabelais e pelas grandes explorações
culturais no campo das festas populares, do carnaval, da história do riso, e o
Bakhtin 'sintético' dos últimos escritos. Os textos reunidos neste volume
provêm de três momentos importantes dessa rica carreira e permitem
compreendê-la melhor. Iniciam com os extratos da sua primeira grande obra, descrição
fenomenológica do ato de criação.
8) Os Gêneros do Discurso
Organizado e traduzido por Paulo Bezerra, estudioso da obra
de Mikhail Bakhtin (1895-1975), Os gêneros do discurso contém textos
fundamentais para a compreensão da abordagem dialógica bakhtiniana quanto ao
texto e à linguagem viva, em traduções revistas e cotejadas com a última edição
das Obras reunidas do autor, e suplementadas com as esclarecedoras notas de
Serguei Botcharov, organizador da edição russa. Escritos entre os anos 1950 e
60, "Os gêneros do discurso" e "O texto na linguística, na
filologia e em outras ciências humanas" são ensaios canônicos de Bakhtin,
sobre os quais é lançada nova luz com a publicação, neste volume, de outros
dois textos inéditos intitulados "Diálogos", que não apenas serviram
de base para a escrita de "Os gêneros do discurso", mas que também
esboçam ideias que miram muito além, e onde, como afirma o tradutor em seu
posfácio, "atribui-se à própria língua uma natureza dialógica".
8) Os Gêneros do Discurso
Organizado e traduzido por Paulo Bezerra, estudioso da obra
de Mikhail Bakhtin (1895-1975), Os gêneros do discurso contém textos
fundamentais para a compreensão da abordagem dialógica bakhtiniana quanto ao
texto e à linguagem viva, em traduções revistas e cotejadas com a última edição
das Obras reunidas do autor, e suplementadas com as esclarecedoras notas de
Serguei Botcharov, organizador da edição russa. Escritos entre os anos 1950 e
60, "Os gêneros do discurso" e "O texto na linguística, na
filologia e em outras ciências humanas" são ensaios canônicos de Bakhtin,
sobre os quais é lançada nova luz com a publicação, neste volume, de outros
dois textos inéditos intitulados "Diálogos", que não apenas serviram
de base para a escrita de "Os gêneros do discurso", mas que também
esboçam ideias que miram muito além, e onde, como afirma o tradutor em seu
posfácio, "atribui-se à própria língua uma natureza dialógica".










