Texto Alheio
Sejam bem vindos (as) ao Blog Texto-Alheio, um veículo de comunicação em que são postadas as produções dos alunos do curso de Letras Português da FURG, além de dividir variados gêneros textuais/discursivos de outros autores
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segunda-feira, 5 de março de 2018
domingo, 3 de setembro de 2017
Produções dos Alunos da Escola de Ensino Fundamental Admar Corrêa
Durante
as três inserções feitas na escola E.M.E.F. Ademar Corrêa, situado no bairro
Santa Tereza, eu, Franklin Furtado Ieck, e o meu colega, Paulo Cesar Pinto de Souza, trabalhamos com alunos de diferentes contextos sociais e
culturais e suas dificuldades relacionadas ao processo de ensino aprendizagem
ligados ao ensino de Língua Portuguesa. Esta possibilidade de inserção foi
conseguida graças a professora orientadora Fernanda Fátima Cofferi, pedagoga e doutora em
Educação, que nos orientou para esta proposta e de como fazer uma prática de Língua
Portuguesa em sala de aula, ensinando como a leitura e a escrita possibilitam
ao aluno o aprimoramento da reflexão sobre mundo e da capacidade de
argumentação.
Deste modo, pensamos em trabalhar com as aulas
expositivas e de produção e rescrita textual, levando em consideração a
temática do bullying e da reflexão
linguística, cultural e social que os textos/fábulas sobre este tema
representam. Na primeira inserção, no dia 27/04/2017, abordamos a fábula A Lebre e a Tartaruga, do autor Jean de
La Fontaine, para trabalhar a temática do bullying
e as produções de sentido que o sujeito e o predicado desempenham no
texto. Na segunda inserção, no dia
25/05/2017, seguimos trabalhando na mesma temática, mas desta vez utilizando a
fábula O Patinho Feio readaptada por
Vitória Padilha Zanon e já sugerimos a produção escrita de um texto narrativo,
declarando formas de amenizar o bullying, além de possibilitar outra
alternativa de escrita como a adaptação da mesma fábula, mesmo antes de ter
apresentado as características de uma para ter um conhecimento da produção.
Na
terceira inserção, no dia 23/06/2017, sugerimos a reescrita do texto que já
havia sido feito, mas consertando alguns erros e atribuindo novos significados
para a construção textual. Para estas
aulas, a professora Adriana nos disponibilizou dois períodos de cinquenta
minutos em cada inserção para que pudéssemos ter acesso aos alunos,
conhecendo-os e aprendendo com eles maneiras de nós fundamentarmos a prática de
ensino de Língua Portuguesa em sala de aula, baseada nos gostos que os alunos
pudessem ter para determinados textos/fábulas como estes (as) trabalhados (as).
Portanto, logo após a conclusão destas atividades, sugerimos as publicações dos alunos neste blog com o propósito de circular as diferentes manifestações escritas deles no ambiente digital. Esta é uma proposta de valorização do que realmente os alunos produzem, e como os processos de avaliação utilizados pelo docente podem contribuir para uma didática de produção textual com excelência nas salas de aula.
1. Cinzinha e Pretinho
Era
um belo dia na floresta dos coelhos, dois coelhinhos que eram muito amigos só
que eles brigaram, um se chama Pretinho e a outra Cinzinha, Cinzinha estava
pulando corda quando pretinho falou:
- Cinzinha você gostaria de formar times para fazermos uma corrida hoje?
-
claro quando?
-
Hoje daqui a uma hora OK?
-
Sim vou mostrar meu time tudo bem?
-
Sim sem nenhum problema!
Uma
hora depois
-
Tudo pronto, Cinzinha? Perguntou Pretinho pronto pra vencer.
-
Sim podemos começar?
-
Claro! Bora.
Todos
correndo Pretinho tava na frente quando cinzinha caiu, achava ela que tinha
torcido o pé todos saíram correndo até mesmo os do time de pretinho. O único
que não ajudou ela, foi pretinho pois todos venceram menos Pretinho por causa
da sua atitude.
Nome:
Nykolly Domingues
Data:
30/05/2017
Turma: 60B
4. Xó bullying
2. Nickoollas
e Vitoria
Nickollas
era muito bonito e todas as meninas gostavam dele, mas ele gostava da Vitória.
Todos faziam bulling com o casalzinho, pois chamavam ele de lindo e ela de
tripa seca.
Pois
ele vivia descutindo por causa dela. Ele dizia assim.
-
A vida é minha e eu amo ela do jeito que ela é o que importa é o nosso amor.
Nickoollas
de tão cansado ficou doente e acabou falecendo.
Vitória
ficou socinha só seus verdadeiros amigos ficaram do lado dela amigos como a
Nykolly, Thais e etc...
Com
seus verdadeiros amigos conseguiu evitar o bulling, e toda essa dor.
Nome:
Nykolly Domingues
23/06/17
Turma: 60B
3. Bullying tem que parar de existir!
Turma: 60BTurma: 60B
3. Bullying tem que parar de existir!
Algumas
pessoas olha para outras e vejam algo errado mas em vez delas ficarem com
aquilo para si não elas criticam a pessoa que está com erro. Mas se aquelas
pessoas pararem de pensar elas não gostariam que fizesse com ela então a gente
nunca faz Bullying.
As
pessoas julgam muito as outras por sua cor, seu cabelo, seu problema, ou eu
tenho e tu não tem, etc...
Tem
muita gente que passa por Bullying dez da infância até ficar adulto. Eu já
passei por isso na escola isto é horrível as pessoas fazem de tudo para ver a
gente triste e conseguem por que é a causa mais facia que tem é magoar uma
pessoa.
As
vezes a gente também magoa as pessoas mas não percebe.
Tem
muitas pessoas também que se suicidam por causa do Bullying, mas acha que o
errado é ele e não a pessoa que ta fazendo o Bullying.
Eu
acho que deveria ter uma lei do Bullying!
Nome:
Luize dos Santos
Data:
23/06/17
4. Xó bullying
Era
uma vez numa floresta muito, muito longe. Um dia num reino nasceram três
leoizinhos lindos. Seus nomes eram Alex, Andrei e Alexandre, o 1º era o Alex,
ele era forte, grande e esperto, o 2º era o Andrei, ele tinha tamanho normal para
sua idade, idade e era esperto e graciozo. O 3º era o Alexandre era o menor de
todos, magrinho e burro, mas tinha sua qualidade, ele era carismático. No reino
onde eles tinha uma tradição quando eles completassem 5 anos teriam que
disputar o trono, quando chegou esse dia todos acharam que a Alex iria ganhar
mas ele era muito metido achava que era superior aos outros por ter sabotado o
Andrei foi banido do bando, então só ficou o Andrei e o Alexandre. Chegou o dia
por se honesto a Andrei ganhou o cargo de guarda real e o Alexandre virou rei.
Moral
da história: não se deixe levar pelas aparências chega de bullying.
Como
combater? Começa por você não faça com os outros o que você não quer que faça
com você.
Ass:
Stephanie Meccki Silveira
Data: 23/06/17
Turma: 60B
5. Bullying
Não!
Bulling
pode se dividir entre várias categorias, racial, o jeito da pessoa, modo de
fala, classe e até alguma doença, aparência ou lugar que mora ou frequenta
coisas que faz ou ouve.
Muitos
acham que é bobeira, frescura, mas não sabem que bulling é coisa séria, e que
pode levar pessoas a entrarem em depressão e até pode leva-las ao suicídio! E várias
outras coisas ruins, acaba atrapalhando completamente o cotidiano da pessoa, a
vida, e alguns só entendem isso quando passam por isso e entendem o quanto é
difícil.
Isso
está em alta hoje em dia agora é “legal” fazer bulling é divertido então eu
pergunto para você, o que você acha disso? É tão legal assim tão divertido
fazer bulling? Acho que não, não é?
Precizamos
unir nossa sociedade acabar com isso dar mais importância para essas coisas,
ser solidário ter respeito tolerância paciência e compreença para acabar com
isso para melhorar nossa sociedade então diga não ao bulling.
Nome:
Yasmin Caquinan
Data:
23/06/2017
Turma: 60B
6. Bulling
6. Bulling
Para
mim bulling é maldade porque quem sofrem sabe vou contar uma história vimos
tinha um guri chamado rique ele vivia no facebook em todo tipo de redes sociais
ele era muito infeliz pois ele sofria bulling pelos amigos sempre achando um
modo de se suavizar vivia na sua e viu tal e baleia azul ele falo vou jogar
então o jogo da baleia azul faça isso e vem joga que não tem volta você entrou
e não pode sair mais ele falou OK quero então falou vou jogar OK então o jogo
tem 50 desafio vamos começar ele fez isso 50 desafio e o último foi se suicidar.
Nome:
Juliam L. Soares
Data:
23/06/17
Turma: 60B
Turma: 60B
7. Bullying
O
bullying é quando as pessoas julgam as outras pela sua aparência física, se
elas são gordas, magras baixas, altas, pelo modo de se vestir, etc.
Nós
não podemos fazer isso com os outros porque acho que não gostaremos que
fizessem isso com nós também.
E
as pessoas tem que parar de fazer isso, porque elas podem se magoar e ficar
triste.
Para
combatermos o bullying, precisamos para de julgar as pessoas pela sua
aparência, xingar, humilhar, etc.
Eu
acho que bullying é uma coisa ridícula, que fere as pessoas.
Nomes:
Debora e Camilly
Data: 23/06/17
Turma: 60B
8. Superação do bulling
Eu
acho que para superar o bulling é preciso insinar a pessoa que fazer bulling
para você. O bulling é uma coisa muito feia quando te fizerem bulling ignora
mas nunca revide com a mesma arma para revidar chama algum adulto ou professor.
Se não adiantar denuncie para policia mas nunca use a mesma arma nem uma
munição maior a raiva é o pior inimigo da gente quando a pessoa fica com raiva
e fala uma coisa que podem machucar as pessoas as palavras machucam. Nunca usem
vingança e nem palavras que podem machucar.
O
Belem é feito de vários geitos verbalmente e fisicamente mas não é serto fazer
bulin porque éssa pessoa sai magoado e chorando de dor porque foi escluida e é
isso.
Nome:
Julian L. Soares
Data: 01/06/17
Turma:
60B
9. O Patinho Feio
9. O Patinho Feio
O
Patinho Feio chamado Butlim ele se sentia tão tindo mais ele era orrível.
Ele
vivia se arromando para ficar lindão mais não conseguiu então um dia Butlim foi
para uma festinha e ele encontrou um patinho bonito disse para ele:
-
Você é muito feio, o patinho Butlim ficou triste e foi para casa. Chegando lá
sua mãe disse.
-
O que foi filho?
-
Mãe, meu amigo me chamou de feio to muito feio.
Então
sua mãe falou:
-
Filho não fique triste.
Outro
dia Butlim saiu e encontrou um patinho feio que convidou Butlim para sair.
Butlim muito feliz aceitou e então chegando em casa falou:
-
Mãe eu tenho um novo amigo chamado Rafael
Conforme
Butlim foi crescendo foi fazendo novos amigos, e os outros que faziam bullying
ele nem ligava mais pois sabia que descultindo só iria perder tempo.
Nomes:
Nykolly, Dieniffer, Vitória, Raissa e Yuri
Data:
01/06/17
Turma:
60B
10. A
lagarta preguiçosa
Era
uma vez, uma lagarta que não queria estudar.
Quando
ela ficou maior, não tinha muitos empregos por causa da sua falta de estudo, e
nenhum desses empregos ela queria trabalhar.
Ela
tinha uma bela casa, porque as pessoas pagavam por ela.
Depois
de alguns anos, as pessoas que pegaram as suas coisas, viajaram, e nunca mais
voltaram. E suas coisas já estavam ficando velhas, e ela não queria trabalhar,
mas ela teve que arrumar um emprego, que ela não queria.
Ela
aprendeu que se tivesse estudado, teria um futuro melhor.
Nome:
Sara, Kamila, Lara
Data:
01/062017
Turma:
60B
11. Bullying
O bullying é quando agente deixa
as pessoas de lado, não aceitão as pessoas do jeito que são, julgão as pessoas
pelo tamanho, pela idade.
Então, não vamos fazer isto com
as pessoas pois se fosse com nois, nos não iriamos gostar.
Então vamos parar de fazer
bullying com as pessoas pois elas se magoam e ficam tristes com nós então vamos
parar de fazer bullying com as pessoas.
Para nóis combatermos o bullying
precisamos parar de julgar, chingar, e etc... as pessoas, então vamos superar o
BULLYING!!!
Nome: Debora
Data: 01/06/2017
Turma: 60B
12. Xó bullying (primeira versão)
Era uma vez numa floesta muito,
muito longe. Um dia num reino nasceram 3 leoizinhos lindos. Seus nomes eram
Alex, Andrei e Alexandre, o 1º era o Alex, ele era forte, grande e esperto, o
2º era o Andrei ele tinha tamanho normal para sua idade era esperto, graciozo e
carismático e o 3º o ultimo era Alexandre era o menor, magrinho e burro. No
reino em que eles moravam, tinha uma tradição quando eles completacem 5 anos
teriam que disputar o trono. Quando chegou esse dia ninguém queria apoiar o
Alexandre mas se enganaram em fazer isso porque o Alexandre ganhou o trono e
virou rei.
Moral da história: Não se deixe
leva pelas aparências e chega de bullying
Como combater?
- Comece por você não fassa com
os outros o que você não quer que façam com você
Nome: Stephanie Meccki
Data: 12/06/2017
Turma: 60B
13. A superação do
bullying
O que é bullying: não agressões
revidar; ameaçar; agressões mentais.
Como resolver o bullying: sempre
falar com o professor ou com a diretora da escola, não dar atenção para ameasar
que é quase uma coisa improvável.
Subtítulo: Minhas opiniões
O melhor jeito de resolver o
bullying é mudar de escola. Eu sei por que eu fiz isso eu mudei de escola eu
sofria bullying quando eu tinha 6 anos de idade sim quando eu era bem pequeno,
e é muito ruim sofrer bullying.
Agressões físicas: bater, chutar,
espancar.
Ameaçar: ameaçar a família, ameaçar
a pessoa que está sofrendo bullying.
Agressões mentais: rir dos defeitos
físicos
Isso tudo é bullying só coisas
ruins acontecem quando você sofre bullying
Nome: Manuell. A.
Data: 01/06/2017
Turma: 60B
14.
Bullying
Bom o bullying é feito com todas as pessoas tipo se a
pessoa é gorda, magra, branca, negra, sempre tem um pra julgar. Eles tem tempo
pra ver os defeitos dos outros, mais os deles, eles não enchergam os próprios.
Tem gente que sofre muito com isso, ser chamado de apelido
feios não é bom e também não é bom chamar os outros.
Muitas pessoas que podem ter o cabelo volumoso ou muito
cacheado, se julgarem vocês não dem bola, vocês não têm que ter vergonha têm
que se achar lindos(as), viver a vida e de ser feliz. Só que tem gente, mais é
crianças quando não tem amizade na escola, na rua e tals e sofrem bullying, só
que não tem nem um amigo para desabafar com os pais.
E pra superar isso é preciso se aproximar das outras
pessoas, ajudar o próximo, conversar com alguém sobre o que está acontecendo,
fazer muitas amizades e etc...
Então foi o que pensei sobre bullying.
Nome: Lara e Duda
Data: 01/05/2017
Turma: 60B
15. Ameaças
Num instante, se aceitava melhor de
todas mas um dia algo aconteceu ruim, Matheus o menino iniciante começou a chamar
Karol de gorda feia etc... até agora recalque morrer.
Ela ficou trancada no quarto todo
dia. É dia e noite. Sua mãe chegou e disse:
- Para que isso Filha ficul
trancada no quarto todo dia deche aquele menino de lado vire as costas não
ligue para o que ele fala ele só é um menino chato
Nome: Raissa
Data: 23/06/2017
Turma: 60B
16. A floresta encantada
16. A floresta encantada
Num
belo chalé, vivia um mago que tinha uma coruja de estimação.
Num
dia chuvoso, aconteceu uma tragédia, o mago estava muito doente e não tinha nem
um feitiço para curá-lo e acabou morrendo.
E
sua curuja teve que tomar o lugar do mago.
Num
dia ensolarado, ele teve uma ideia, fazer uma floresta encantada para que todos
os animais podessem falar.
Então,
num campo bem verdade, a curuja plantou muitas árvores e convidou os animais
desabrigados para a floresta. Tinha pássaros, castores, crocodilos e etc...
Mas
havia um rato chamado FRED, ele se fazia de coitado, mas ele se aproveitou da
bondade da coruja, por que o que ele queria mesmo era a varinha da coruja, por
que ele pensava que a coruja podia fazer tudo, mandar em tudo.
Então,
num dia em quanto a coruja conversava com os filhotes, o rato de masinho entrou
no chalé e disse:
-
Aha! Achei a varinha.
E
correu para a porta e berrou:
-
Há! Há! Háha! Eu sou o mestre o mago e o dono disso tudo e vão todos me
obedecer
E
a coruja falou:
-
Só porque você está com a varinha não manda em ninguém.
-
Mas você tinha a varinha e mandava em todos da floresta, e por que eu não?!
-
Sim mas você quer fazer os animais de escravos e eu não permitirei
VISH!!!
Ele lançou um feitiço e a varinha voltou para seu dono, e depois de tudo isso a
curuja explicou que fazer bem é uma coisa e fazer mau é outra.
ENTÃO
NÃO DEIXEM LEVAR PELAS APARÊNCIAS
FIM.
Nome:
Debora
Data:
01/06/2017
Turma: 60B
quinta-feira, 11 de maio de 2017
Eu e a Escrita
Nome: Paulo
Ferreira
Aluno do curso de
Artes Visuais/Bacharelado
Eu e a Escrita
Desde a infância eu tenho um certo gosto pela escrita. Aprendi a ler e
escrever em casa com 4 anos, meu pai me incentivava a ler e escrever bastante
quando pequeno, embora ele não escrevesse ou lesse bastante, sabia que aquilo
seria bom pra mim. Criei um fascínio por histórias fantásticas na infância,
depois conhecia a poesia , onde me encontrei no mundo da escrita. Sempre
gostei de escrever, era através da escrita e do desenho que eu comunicava meus
pensamentos, pelo fato de ser muito introvertido, não falava muito, então
escrevia.
Conforme fui
crescendo, fui criando mais gosto, vi que a escrita era incrível, ela tinha o
poder de externar meus pensamentos, sentimentos, visão de mundo, A escrita era
mágica pra mim por essa questão, foi terapêutica de certa forma; quando me
sentia frustrado, escrevia, não solucionava meus problemas, mas amenizava o
sofrimento, a angústia, etc. Percebi que alguns autores que eu lia,
influenciavam bastante minha escrita em algumas épocas, era como se eles me
afetassem tão profundamente com sua escrita, que eu não conseguia ser o mesmo
depois daquela leitura.
A escrita pode ter
múltiplas finalidades, falar sobre temas diversos, ser rebuscada ou simples,
mas sempre tem uma função em comum: comunicar ideias, fatos, expor o que pensamos
de forma que seja possível acessar esse conhecimento depois. O desenho e a
escrita são formas poderosas de expressão humana que sempre me encantaram,
através desses meios pude me libertar e até ajudar outras pessoas durante a
vida. Minha relação com a escrita é uma história de amor.
Eu e a Escrita
“Eu e a escrita”
Discente: Alberto
Teixeira
Matrícula: 116214 -
Artes Visuais/Bacharelado
Diversas janelas –
algumas cobertas por uma fina cortina, outras não – permitiam que a luz
natural da rua adentrasse e preenchesse o ambiente com uma luminosidade sutil e
agradável. Meus mais novos colegas se mantinham com a cabeça baixa, concentrados
e focados em completar a proposta feita pela professora, com destreza. Contudo,
isso é uma questão de aparências, afinal de contas pela visão de terceiros eu
provavelmente parecia tão focado quanto qualquer um deles, embora estivesse
longe de sentir-me focado. A cada troca de música, que me permiti ouvir a fim
de encontrar o foco, a ínfima movimentação alheia, a sombra do ventilador que
girava, girava e girava, como meus pensamentos, na velocidade da luz; tudo era
suficiente para me desfocar.
O desvio constante do
foco me fizera recordar de um sonho distante de criança: o de ser escritor, e
isso trouxe consigo a melancolia de ser, ou se sentir, incapaz de alcançar um
sonho. “Não desista dos seus sonhos, nada é impossível”, eles diziam, em
silêncio, enquanto você perde o foco, enquanto perde a noção, dissocia e
sente-se fora de si, sente-se tudo, sente-se o nada, mas não se sente você
mesmo.
Mais uma vez, perda de
foco.
Sempre gostei de criar
personagens e a história deles. Olhando para o meu passado eu diria que são
mais de duzentas histórias começadas, sem nunca ter um fim escrito. Este,
entretanto, está somente na minha cabeça, deixando mil e uma histórias serem
escritas na minha psiquê, enquanto me sinto “livre” e exposto aos estímulos
sensoriais, sem foco, nunca, sempre focando em tudo e em absolutamente nada.
Assim, me distanciei de
único objetivo, um único sonho; me permiti desistir da escrita e usá-la
geralmente como forma de “por pra fora” – como o que faço com a arte em geral –
o que se passa na mente bagunçada e perturbada de um jovem adulto qualquer.
Este texto pode não ter
“nem pé, nem cabeça”, tampouco fazer algum sentido, mas sentado nessa cadeira,
desfocado em um cenário complexo, observo meus colegas. A sala não parece mais
agradavelmente iluminada, meus batimentos cardíacos aceleram razoavelmente pelo
sentimento de incapacidade de completar a tarefa proposta, tudo parece sombrio
agora. E não que isso seja necessariamente ruim, mas será que apenas escureceu
de repente ou foi só mais uma perda de foco?
Eu e a Escrita
Eu
e a Escrita
Sempre tive uma enorme
dificuldade com a escrita, por diversos motivos, um deles foi o problema na
fala que eu apresentei desde que comecei a falar. Nunca consegui pronunciar o
"r", sendo necessário ir a uma fonodióloga, portanto, para mim, não
dava certo "escrever como eu falo". Com esse problema resolvido,
certas situações melhoraram, porém a dificuldade com a língua portuguesa
persiste até hoje.
Entretanto, gosto muito
de escrever, tenho muitas ideias e acho maravilhoso pensar em histórias. O lado
ruim de tudo isso é que nunca encontro as palavras ou o jeito certo de
transmitir tudo que eu penso para o papel, juntamente com os erros gramaticais
que, infelizmente, me acompanham até hoje. É necessária minha total atenção ao
escrever e, mesmo assim, ainda cometo erros óbvios, o que me leva ao outro
motivo da minha dificuldade com a escrita.
O meu nível de
dificuldade com letras é enorme, até hoje eu tenho que cuidar letras como, por
exemplo, "d" e "t", "g" e "q", ou então
"p" e "b", consequentemente "ss", "ç",
"s" e "c" são um eterno enigma na minha vida. O que me
salva nesse quesito é minha memória visual, eu amo ler então lembro de como as
palavras devem se parecer e assim, relendo algo, eu consigo notar se troquei
alguma letra ou acento, o lado ruim é que palavras que eu não estou acostumada
eu sempre fico na enorme dúvida de como escrevê-las.
Nos últimos anos, eu
tenho me esforçado muito para melhorar a minha escrita e obtive um enorme
avanço, mas ainda tenho que melhorar e sinto que essa aula irá me ajudar nesse
quesito. Por mais de seja muito difícil pra mim o português e suas regras,
estou empolgada para essa disciplina por ser uma oportunidade de melhorar ainda
mais.
Lara Freitas - 118155
Curso de Artes Visuais/Bacharelado
Curso de Artes Visuais/Bacharelado
Eu e a Escrita
Mariana da Cunha Madruga
Curso: Artes Visuais/Bacharelado
Curso: Artes Visuais/Bacharelado
Matrícula: 113659
Eu
e a Escrita
Saber escrever é uma chave fundamental na vida de um ser humano. Aprendi a
escrever com 5 anos e, desde então, não existe um dia que passe que eu não a
utilize no meu dia a dia.
Durante um período, quando criança, eu gostava muito de escrever as mais
variadas histórias com diversos mundos e personagens, mas esse lado criativo,
dentro de mim, não durou muito tempo e acabou se perdendo.
Sempre gostei de português, mas, no ensino médio, produzir textos nunca foi o
meu ponto forte. Minha escola não apresentava uma preocupação com a produção
textual e, com isso, esse meu lado continuou perdido em algum lugar dentro de
mim.
Hoje em dia, apresento muita dificuldade em me expressar por meio de palavras
no papel, ou em geral, e a minha relação com a escrita está meio conturbada.
Espero, ao longo do tempo, desenvolver uma relação sólida e cheia de amor com a
escrita e reencontrar esse lado perdido.
Eu e a Escrita
Disciplina: Produção Textual
Turma: C
Curso: Artes Visuais
Discente: Victoria Murça Gonçalves
Matrícula: 115074
Turma: C
Curso: Artes Visuais
Discente: Victoria Murça Gonçalves
Matrícula: 115074
Eu
e a Escrita
Desde pequena sempre
tive muito incentivo por parte da família e, principalmente, dos professores,
em escrever o máximo possível. Era sempre incentivada a fazer resumos de livros
que acabava de ler e/ou escrever sobre um filme que recém assistia.
Minha maior dificuldade
é em relação à quantidade mínima de linhas, pois, como sou muito objetiva, na
maioria das vezes, consigo expor sobre o assunto em poucas linhas, logo, tem
sido bem complicado fazer uma introdução bem embasada.
Na época do vestibular
era difícil (ainda é, inclusive) sintetizar todas as ideias de forma coesa,
principalmente por eu ser uma pessoa extremamente ansiosa, não consigo “dar
conta” de todas as ideias que tenho, às vezes não tenho nenhuma.
Acredito que, como esta
cadeira, eu possa desenvolver melhor minha escrita e poderei me preparar
adequadamente para escrever, por exemplo, meu Trabalho de Conclusão de Curso.
Penso que somente a prática da escrita fará com que melhoremos, e é exatamente
o que a disciplina nos oferece.
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