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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Eu e a Escrita

Nome: Paulo Ferreira
Aluno do curso de Artes Visuais/Bacharelado


Eu e a Escrita

Desde a infância eu tenho um certo gosto pela escrita. Aprendi a ler e escrever em casa com 4 anos, meu pai me incentivava a ler e escrever bastante quando pequeno, embora ele não escrevesse ou lesse bastante, sabia que aquilo seria bom pra mim. Criei um fascínio por histórias fantásticas na infância,  depois conhecia a poesia , onde me encontrei no mundo da escrita. Sempre gostei de escrever, era através da escrita e do desenho que eu comunicava meus pensamentos, pelo fato de ser muito introvertido, não falava muito, então escrevia.
Conforme fui crescendo, fui criando mais gosto, vi que a escrita era incrível, ela tinha o poder de externar meus pensamentos, sentimentos, visão de mundo, A escrita era mágica pra mim por essa questão, foi terapêutica de certa forma; quando me sentia frustrado, escrevia, não solucionava meus problemas, mas amenizava o sofrimento, a angústia, etc. Percebi que alguns autores que eu lia, influenciavam bastante minha escrita em algumas épocas, era como se eles me afetassem tão profundamente com sua escrita, que eu não conseguia ser o mesmo depois daquela leitura.
A escrita pode ter múltiplas finalidades, falar sobre temas diversos, ser rebuscada ou simples, mas sempre tem uma função em comum: comunicar ideias, fatos, expor o que pensamos de forma que seja possível acessar esse conhecimento depois. O desenho e a escrita são formas poderosas de expressão humana que sempre me encantaram, através desses meios pude me libertar e até ajudar outras pessoas durante a vida. Minha relação com a escrita é uma história de amor.


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