Nome: Paulo
Ferreira
Aluno do curso de
Artes Visuais/Bacharelado
Eu e a Escrita
Desde a infância eu tenho um certo gosto pela escrita. Aprendi a ler e
escrever em casa com 4 anos, meu pai me incentivava a ler e escrever bastante
quando pequeno, embora ele não escrevesse ou lesse bastante, sabia que aquilo
seria bom pra mim. Criei um fascínio por histórias fantásticas na infância,
depois conhecia a poesia , onde me encontrei no mundo da escrita. Sempre
gostei de escrever, era através da escrita e do desenho que eu comunicava meus
pensamentos, pelo fato de ser muito introvertido, não falava muito, então
escrevia.
Conforme fui
crescendo, fui criando mais gosto, vi que a escrita era incrível, ela tinha o
poder de externar meus pensamentos, sentimentos, visão de mundo, A escrita era
mágica pra mim por essa questão, foi terapêutica de certa forma; quando me
sentia frustrado, escrevia, não solucionava meus problemas, mas amenizava o
sofrimento, a angústia, etc. Percebi que alguns autores que eu lia,
influenciavam bastante minha escrita em algumas épocas, era como se eles me
afetassem tão profundamente com sua escrita, que eu não conseguia ser o mesmo
depois daquela leitura.
A escrita pode ter
múltiplas finalidades, falar sobre temas diversos, ser rebuscada ou simples,
mas sempre tem uma função em comum: comunicar ideias, fatos, expor o que pensamos
de forma que seja possível acessar esse conhecimento depois. O desenho e a
escrita são formas poderosas de expressão humana que sempre me encantaram,
através desses meios pude me libertar e até ajudar outras pessoas durante a
vida. Minha relação com a escrita é uma história de amor.
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