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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Textos dos alunos do Curso de extensão: Gêneros discursivos, texto e gramática: discutindo o ensino de Língua Portuguesa.

                  
                  1)      A rainha desafortunada

Era uma vez num país tão, tão distante, uma rainha muito descuidada.
Em um belo dia, ela convidou alguns servos para resolverem problemas econômicos. Dela, ela ouviu inúmeras soluções, mas não lhe pareciam eficientes só obscuras.
A rainha sem entender as artimanhas, tomou a decisão que o mais afoito dos servos indicou-lhe, pois ela não discernia quais seriam suas intenções.
Coitadinha da majestade! Não percebeu tal falsidade e embuste

Acabou sem coroa e sem reino

Autora: Rejane Pereira Paes


2)     As trilhas da leitura

Colocar o pensamento na concretude permite ao sujeito trilhar os mais variados caminhos, para que se atinjam os múltiplos interlocutores.
Para que isso seja possível, precisamos selecionar os gêneros que atinjam o público desejado, assim como, a linguagem a ser usada bem como o suporte de divulgação.
Assim, os gêneros discursivos que permitem ao leitor uma reflexão, devem ser priorizados, para que se possa ter sujeitos críticos e atuantes na sociedade.
  
Logo:
     
      Gesto
      Estimulante
conNcepção
    rEflexiva
    cRiativa
    sOcial

Autoras: Maria Thereza Franceschi; Bianca Zdradek Guimarães.                              



       3)      João Cidadão

Tem onze anos e muito culhão
João é fino e tem reputação
Desfila na escola empolgado
Com ares de vitoriado.

Sob a aba do boné
Aprendeu que na vida
Não dá pra ser mané
Quando vai pra curtida
Nunca dá migué.

João tem opinião
E fica louco com opressão
Na escola, se sente rodado
Pois o professor o acha tapado.

Lá, menino ficar quieto, sentando
E tirar o boné
Mas João não é mané
Respeita a todos
Com seu jeito de fé.

“Por que ficar calado
se estou vivo e indignado”?
Questiona João
Que não se cala diante de um não.

João é cidadão
E não pode ser calado
Precisa ser instigado
A liberar sua expressão
Pois só com muita imaginação
Para mudar esta nação

Autora: Alessandra de Lima Teixeira



    
      4)      Tempo é dinheiro, ou tempo é vida?


Trabalhe, estude, faça exercícios, tenha vida social.
Otimize seu tempo, para conseguir ganhar dinheiro, fazer uma faculdade,
ser saudável e ter momentos de lazer.

Acho que alguém esqueceu que o dia tem só 24 horas;
Trabalhar, se exercitar, estudar e aproveitar a vida.
Essas são muitas atividades para serem divididas somente em 24 horas, se você quer algo bem feito, precisa dedicar uma quantidade razoável de tempo para isso.

Todas as atividades citadas até agora são importantes realizar todas elas com sucesso seria se aproximar da felicidade e realização pessoal,

E qual o segredo para atingir esses objetivos?
Tempo
Tempo não é somente dinheiro, é qualidade de vida, é realização, é prazer, é vida.

Não transforme o seu tempo somente em dinheiro,
ele vale muito mais que isso.

Use seu tempo para realmente viver,
não existe dinheiro que compre a sensação de viver, e não... sobreviver. 

Autora: Maila Bartolo Gonçalves – Arquivista 




             5) A borboleta e a cigarra


Era uma fria tarde de inverno, voavam pelos ares uma linda borboleta, vinda diretamente dos EUA, e uma brasileiríssima cigarra. A cigarra estava alegre, cantando e fazendo piruetas, enquanto a borboleta estava escondida entre alguns arbustos. Foi então que a cigarra, simpaticamente, perguntou:
- O que houve amiga borboleta? Por que estás tão quieta?
De maneira ríspida e veloz a borboleta respondeu:
- Esse ar gelado de vocês aqui está congelando minhas belas e frágeis asas. Daqui a pouco posso até pegar uma doença. Ouvi falar que vocês dessa região não têm muitos recursos, se fico doente posso até morrer.
- Não seja boba, é só você se agitar que o frio passa. Aqui é assim mesmo, por mais que ninguém se importe com a gente, nós sempre damos um jeito de nos virar. Sei que na sua terra é tudo melhor, que tem mais recursos, mas tente aproveitar as delícias de nosso clima.
Mesmo assim, a borboleta recusou-se a sair, dizendo que não tinha graça voar neste céu vazio depois de ter sobrevoado tantos arranha-céus. Foi então, que um gato selvagem, vindo diretamente da África, abocanhou a borboleta e disse:
- Amiga cigarra, até pensei em brincar com você, mas és muito sem graça e ligeira, aquela colorida e lenta borboleta foi bem mais fácil de apanhar.

Moral da história: nem sempre o que vem de fora é melhor do que é daqui.

Autora: Janaina Abudes

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