1) A rainha desafortunada
Era
uma vez num país tão, tão distante, uma rainha muito descuidada.
Em
um belo dia, ela convidou alguns servos para resolverem problemas econômicos.
Dela, ela ouviu inúmeras soluções, mas não lhe pareciam eficientes só obscuras.
A
rainha sem entender as artimanhas, tomou a decisão que o mais afoito dos servos
indicou-lhe, pois ela não discernia quais seriam suas intenções.
Coitadinha
da majestade! Não percebeu tal falsidade e embuste
Acabou
sem coroa e sem reino
Autora: Rejane
Pereira Paes
2) As trilhas da leitura
Colocar
o pensamento na concretude permite ao sujeito trilhar os mais variados
caminhos, para que se atinjam os múltiplos interlocutores.
Para
que isso seja possível, precisamos selecionar os gêneros que atinjam o público
desejado, assim como, a linguagem a ser usada bem como o suporte de divulgação.
Assim,
os gêneros discursivos que permitem ao leitor uma reflexão, devem ser
priorizados, para que se possa ter sujeitos críticos e atuantes na sociedade.
Logo:
Gesto
Estimulante
conNcepção
rEflexiva
cRiativa
sOcial
Autoras:
Maria Thereza Franceschi; Bianca Zdradek Guimarães.
3)
João
Cidadão
Tem onze anos e muito
culhão
João é fino e tem
reputação
Desfila na escola
empolgado
Com ares de vitoriado.
Sob a aba do boné
Aprendeu que na vida
Não dá pra ser mané
Quando vai pra curtida
Nunca dá migué.
João tem opinião
E fica louco com
opressão
Na escola, se sente
rodado
Pois o professor o acha
tapado.
Lá, menino ficar
quieto, sentando
E tirar o boné
Mas João não é mané
Respeita a todos
Com seu jeito de fé.
“Por que ficar calado
se estou vivo e
indignado”?
Questiona João
Que não se cala diante
de um não.
João é cidadão
E não pode ser calado
Precisa ser instigado
A liberar sua expressão
Pois só com muita
imaginação
Para mudar esta nação
Autora:
Alessandra de Lima Teixeira
4)
Tempo
é dinheiro, ou tempo é vida?
Trabalhe, estude, faça
exercícios, tenha vida social.
Otimize seu tempo, para
conseguir ganhar dinheiro, fazer uma faculdade,
ser saudável e ter
momentos de lazer.
Acho que alguém
esqueceu que o dia tem só 24 horas;
Trabalhar, se
exercitar, estudar e aproveitar a vida.
Essas são muitas
atividades para serem divididas somente em 24 horas, se você quer algo bem
feito, precisa dedicar uma quantidade razoável de tempo para isso.
Todas as atividades
citadas até agora são importantes realizar todas elas com sucesso seria se
aproximar da felicidade e realização pessoal,
E qual o segredo para
atingir esses objetivos?
Tempo
Tempo não é somente
dinheiro, é qualidade de vida, é realização, é prazer, é vida.
Não transforme o seu
tempo somente em dinheiro,
ele vale muito mais que
isso.
Use seu tempo para
realmente viver,
não existe dinheiro que
compre a sensação de viver, e não... sobreviver.
Autora:
Maila Bartolo Gonçalves – Arquivista
5) A
borboleta e a cigarra
Era
uma fria tarde de inverno, voavam pelos ares uma linda borboleta, vinda
diretamente dos EUA, e uma brasileiríssima cigarra. A cigarra estava alegre,
cantando e fazendo piruetas, enquanto a borboleta estava escondida entre alguns
arbustos. Foi então que a cigarra, simpaticamente, perguntou:
-
O que houve amiga borboleta? Por que estás tão quieta?
De
maneira ríspida e veloz a borboleta respondeu:
-
Esse ar gelado de vocês aqui está congelando minhas belas e frágeis asas. Daqui
a pouco posso até pegar uma doença. Ouvi falar que vocês dessa região não têm
muitos recursos, se fico doente posso até morrer.
-
Não seja boba, é só você se agitar que o frio passa. Aqui é assim mesmo, por
mais que ninguém se importe com a gente, nós sempre damos um jeito de nos
virar. Sei que na sua terra é tudo melhor, que tem mais recursos, mas tente
aproveitar as delícias de nosso clima.
Mesmo
assim, a borboleta recusou-se a sair, dizendo que não tinha graça voar neste
céu vazio depois de ter sobrevoado tantos arranha-céus. Foi então, que um gato
selvagem, vindo diretamente da África, abocanhou a borboleta e disse:
-
Amiga cigarra, até pensei em brincar com você, mas és muito sem graça e
ligeira, aquela colorida e lenta borboleta foi bem mais fácil de apanhar.
Moral da história:
nem sempre o que vem de fora é melhor do que é daqui.
Autora:
Janaina Abudes
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